ANÁLISE ESTRATIGRÁFICA DA SEQUÊNCIA SILURIANA DA BACIA DO PARNAÍBA, NORDESTE DO BRASIL

Erlanny M. Alves CRUZ, Valéria Centurion Centurion CÓRDOBA, Débora do Carmo SOUSA

Resumo


Baseado no modelo da Estratigrafia de Sequências, o presente trabalho compreende uma análise estratigráfica da seção siluriana da Bacia do Parnaíba a partir da interpretação de perfis de poços e dados sísmicos. Esta análise permitiu reconhecer as fácies sedimentares, interpretar os sistemas deposicionais e definir os ciclos e conjuntos de ciclos, os quais possibilitaram identificar os tratos de sistemas que compõem a Sequência Siluriana. Seguindo esta concepção, essa sequência, litoestratigraficamente equivalente às formações Ipu, Tianguá e Jaicós, pôde ser compartimentada em cinco seções cronoestratigráficas de menor hierarquia, levando-se em consideração distintas tendências de variação do nível de base, e consequente variação do espaço de acomodação, sendo estes: Trato de Sistemas de Nível de Base Baixo precoce (pequeno espaço de acomodação), de Nível de Base Baixo tardio (moderado espaço de acomodação), Transgressivo (grande espaço de acomodação), de Nível de Base Alto precoce (moderado espaço de acomodação) e, por fim, de Nível de Base Alto tardio (pequeno espaço de acomodação). Este arranjo estratigráfico atesta que a evolução desta sequência é pontuada por um ciclo completo transgressivo-regressivo.


Palavras-chave


Bacia do Parnaíba; Estratigrafia de Sequências; Sequência Siluriana.

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