Aspectos geológicos, históricos e estado de conservação das fortificações da Baixada Santista, litoral paulista

Vanessa Costa Mucivuna, Eliane Aparecida Del Lama, Maria da Glória Motta Garcia

Resumo


No Brasil, as fortificações militares foram construídas em locais estratégicos com a finalidade de defesa do território. Atualmente, muitas delas encontram-se tombadas como representantes do período colonial e são utilizadas com fins turísticos. Este trabalho tem por objetivo identificar as rochas utilizadas nas construções das fortificações militares construídas entre os séculos XVI e XX na Baixada Santista nos municípios de Bertioga, Guarujá e Praia Grande (SP) e inferir sua provável proveniência. A identificação do tipo de material usado nessas construções permite compreender a história, a cultura, a evolução técnica e a geodiversidade da época. Buscou-se ainda apresentar um histórico dessas fortificações e avaliar seu estado de conservação atual, para poder subsidiar as ações de preservação e manutenção do patrimônio cultural pétreo. As fortificações foram edificadas com granitos e gnaisses que afloram na região. Apesar de algumas serem tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e terem uso voltado à visitação turística, parte delas está deteriorada e necessita-se de indispensáveis reparos para que esse patrimônio, representativo de uma época da defesa do território paulista, seja conservado e preservado.

Palavras-chave


Fortificações; Conservação; Monumentos pétreos; Patrimônio histórico; Baixada Santista.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.5935/0100-929X.20160003

Apontamentos

  • Não há apontamentos.