PALEOFLORA CUATERNARIA DE EL ANÍS, NORTE DE LOS ANDES, VENEZUELA

FRANCISCO SANTIAGO, JUAN GAVIRIA, FRESIA RICARDI-BRANCO, LUIS ENRIQUE GÁMEZ

Resumo


O presente trabalho contempla aspectos taxonômicos e paleoecológicos com base em folhas fósseis do Quaternário da Venezuela, constituindo o primeiro de seu tipo, portanto uma novidade. A paleoflora de El Anís, Mérida, se apresenta como impressões/contraimpressões de folhas fósseis de angiospermas, sendo uma associação muito diversa, abundante e bem preservada, o que permitiu seu tratamento taxonômico. Foram identificados 29 táxons pertencentes as seguintes famílias: Aristolochiaceae, Asteraceae, Bignoniaceae, Boraginaceae, Cannabaceae, Campanulaceae, Clusiaceae, Euphorbiaceae, Fabaceae, Loranthaceae, Malvaceae, Melastomataceae, Meliaceae, Menispermaceae, Myrtaceae, Piperaceae, Polygalaceae, Portulacaceae, Sapindaceae e Verbenaceae. Utilizando o método do parente atual mais próximo, para os gêneros identificados nesta paleoflora, se infere a presença de uma unidade ecológica madura que representa a transição entre o bosque úmido e o bosque seco, relacionada a um bosque de galeria, onde se pode apreciar um estrato herbáceo-arbustivo e outro arbóreo com presença de trepadeiras. Esta unidade ecológica, a qual se desenvolveu durante o Pleistoceno-Holoceno, é a primeira evidência destas comunidades vegetais durante esse período em um vale entre montanhas nos Andes do Norte.

Palavras-chave


Paleoflora; Cordilheira de Mérida; Bosque úmido; Bosque seco; Bosque de galeria; Pleistoceno-Holoceno.

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DOI: http://dx.doi.org/10.4072/rbp.2015.3.12

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