REVISIÓN TAXONÓMICA DE LOS ÉQUIDOS DEL PLEISTOCENO DE MÉXICO CON BASE EN LA MORFOLOGÍA DENTAL

JAIME PRIEGO-VARGAS, VICTOR MANUEL BRAVO-CUEVAS, EDUARDO JIMÉNEZ-HIDALGO

Resumo


No presente estudo foi realizada uma avaliação quantitativa e qualitativa das características dentárias de cinco espécies de cavalos de 15 áreas fossilíferas do Pleistoceno mexicano. Os objetivos do estudo foram de avaliar se Equus mexicanus, E. conversidens, E. excelsus, E. francisci (= E. tau) e E. cedralensis mostram morfologias dentárias particulares (medidas e morfologia oclusal de molariformes) que forneçam informações de importância sistemática. Para tal, pré-molares e molares de indivíduos adultos foram utilizados para avaliar um conjunto de dez variáveis quantitativas que foram analisadas por métodos bivariantes e multivariantes. Também foram utilizadas 13 variáveis qualitativas para estimar a frequência no grau de configuração e desenvolvimento do padrão de esmalte na superfície oclusal para cada espécie. Os resultados indicaram que 60% das variáveis quantitativas e 40% das qualitativas proveram informações para distinguir morfologias dentárias. De acordo com as medidas e o padrão do esmalte foram reconhecidas as seguintes características específicas: E. mexicanus, área oclusal grande e padrão do esmalte relativamente complexo; E. conversidens, tamanho mediano e esmalte oclusal moderadamente complexo e E. francisci, tamanho pequeno e padrão de esmalte relativamente simples na superficie oclusal. No que se refere a E. excelsus e E. cedralensis, a sua morfologia dentária é muito semelhante à de E. conversidens e E. francisci, respectivamente. A morfologia dentária observada dos espécimes mexicanos de E. excelsus indica que parte desses devem ser reconsiderados como E. conversidens e parte como E. mexicanus. Porém, E. francisci e E. cedralensissão espécies diferentes que podem ser reconhecidas por caracteres de membros do que por suas características dentárias. Além disso, o desenvolvimento de determinados padrões dentários foi um dos fatores que permitiu a coexistência dessas espécies no México durante o Pleistoceno.

 


Palavras-chave


Morfologia dentária; Equidae; Equus; Taxonomia; Pleistoceno; México.

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DOI: http://dx.doi.org/10.4072/rbp.2017.2.07

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