Gestão geoambiental de bacias hidrográficas: os sistemas geológicos como fase inicial de decisão para uso da terra

Paulo Pereira Martins Junior, António Francisco Sá e Melo Marques, João Álvaro Carneiro, Vitor Vieira Vasconcelos, Leandro Arb d'Abreu Novaes, Sidney Augusto Gonçalves Rosa

Resumo


Após a cartografia da bacia do Rio Paracatu (Noroeste de Minas Gerais) ser atualizada em escala de 1:250.000, foi possível elaborar a lógica para a metodologia de gestão geoambiental/geossistemas, como parte de uma ampla metodologia de gestão, em elaboração desde 1998. Apresenta-se como primeira etapa a verificação das relações entre rochas, geoformas e solos com as quais se exploram possibilidades e potencialidades de usos da terra para produção agrícola, florestal, industrial, rural, energética e de obras civis. Com o quadro de potencialidades fundamentado sobre os geossistemas, foi possível então realizar uma análise avaliativa das condições de acerto ou inconveniência dos usos atuais da terra, as possibilidades de expansão de usos e as necessidades de mitigação sob o ponto de vista da estabilidade do substrato. Com a cartografia na escala de 1:250.000 pode-se estabelecer uma visão regional e fornecer indicativos para estudos em escala local e a tomada de decisão que envolve ainda um conjunto de outras ciências, engenharias e modelos econométricos. Este artigo apresenta os procedimentos dessa primeira etapa de auxílio à elaboração de decisões, passo a passo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5327/Z0375-75362012000500009

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