Petrologia e geoquímica das suítes intrusivas Vila Rica e Rio Dourado - Província Amazônia Central, borda sudeste do Cráton Amazônico (MT)

Rosilene Aparecida Padilha, Márcia Aparecida de Sant'Ana Barros

Resumo


A Suíte Intrusiva Vila Rica é composta de biotita-monzogranito e biotita-sienogranito com textura hipidiomórfica de granulação fina a média. Os teores de elementos maiores e traços sugerem afinidade cálcio-alcalina a cálcio alcalina de alto-K e caráter peraluminoso. Padrões de Elementos Terras Raras marcados pelo enriquecimento de leves sobre pesados e ausência de anomalia de Eu indicam origem a partir de magmas fracionados com participação de plagioclásio, clinopiroxênio e hornblenda. Teores de Rb versus Y+Nb projetam os granitos desta suíte no campo de granitos pós-colisionais. A análise do diagrama multielementar normalizado pelos valores dos Granitos de Cadeias Oceânicas, caracteriza-se por apresentar anomalia negativa de Nb e Ta. A Suíte Intrusiva Rio Dourado é constituída de anfibólio-biotita-sienogranito, biotita-sienogranito e monzogranito. A petrografia associada aos dados geoquímicos indica afinidade alcalina e caráter metaluminoso a peraluminoso. O padrão de Elementos Terras Raras da Suíte Intrusiva Rio Dourado é caracterizado por um leve enriquecimento de leves sobre pesados e forte anomalia negativa de Eu indicando o fracionamento de plagioclásio durante a evolução do magma. Padrões de multi-elementos mostram anomalia negativa de Nb e Ta. Os resultados de elementos traços para estes granitos são similares aos de granitóides tipo A, sub-tipo A2 e indicam ambiente tectônico pós-colisional

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