SERPENTINIZAÇÃO E METASSOMATISMO EM ROCHAS ULTRAMÁFICAS: DISCUSSÃO DAS CARACTERÍSTICAS E RECOMENDAÇÕES PARA O TRATAMENTO GEOQUÍMICO

ADELIR J. STRIEDER

Resumo


Este artigo procura fazer uma revisão geral sobre os aspectos petroquímicos das modificações metamórficas das rochas ultramáficas. A princípio, por meio da revisão, tomou-se possível distinguir os mecanismos pelos quais a transferência de massa é efetuada: difusão intergranular e transporte por solução são os termos extremos cuja importância relativa depende da quantidade de água disponível e em circulação no sistema. As condições geológicas nas quais esta transferência de massa ocorre são descritas como contato/justaposição, ou como infiltração, e exemplos disponíveis na literatura são apresentados. As feições geológicas usadas para reconhecer os mecanismos e as condições geológicas da transferência de massa incluem a zonação metassomática, estruturas, mobilidade dos componentes químicos, estabilidade das fases minerais etc, e elas são apresentadas e discutidas, ou apenas referidas no texto. Ao final, baseado nos resultados de investigações experimentais, é desenvolvido um método para verificar quais componentes químicos foram transferidos durante a serpentinização e o metassomatismo das rochas ultramáficas. O método procura pôr em evidência os elementos que não desenvolvem gradientes de potencial químico.

Palavras-chave


Rochas ultramáficas; Serpentinização; Metassomatismo; Transferência geoquímica de massa.

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